Aqui está mais um video bem interessante do Dave Jones, EEVBLOG.
Curioso o efeito provocado....

A brilhante compra, já chegou. Brilhante mesmo pela rapidez e pelo brilho dos LED's.
Têm uma luz suave, mas infelizmente testei à pressa e não tinha como tirar uma fotografia. Como tenho ido pouco tempo a casa e também o tempo livre passou a ser muito reduzido, algumas engenhocas estão a andar a uma velocidade mais reduzida.
O isolamento à agua esperava que fosse bem pior, mas até fiquei surpreendido! Tem uma camada de gel uniforme ao longo de toda a fita que nada obstrui o brilho e é bastante flexível.
Para cortar, dá-se a parecer que basta cortar, levantar um pouco o gel, soldar novos fios e selar as duas pontas da fica com manga termoretráctil.

Bem.... para ser sincero, só ganha a categoria de "fantástica" quando me chegar ás mãos, mas no entanto até ao momento é uma optima compra.
Estou a falar de um rolo de 5m de fita de LED's à prova de água, pelo preço de apenas 6.54€!
A ideia é fazer uma iluminação em aquários com esta mesma fita, com o objectivo de reduzir consumos.
Como está escrito na imagem, esta fita de 5m tem 300 leds, o que dá uma distância de 1.6cm entre cada um.
Quando chegar darei noticias, mas estou bastante confiante.

O trabalho não me tem dado muito tempo livre para pesquisar seja o que for, mas o leitor Nuno Lança tem andado fortíssimo em melhorar os seus conhecimentos e as suas engenhocas :D.
No coursera vai começar em 19 de Agosto um curso de introdução à electrónica com uma duração de 9 semanas.
Fica a divulgação e a minha opinião de que vale a pena fazer ;).

Com enorme agrado que recebi este e-mail do Nuno Lança, um leitor assíduo deste blogue.
Espero que ele não se chateie por eu estar aqui a publica-lo eheh.
Parabéns Nuno, porque fizeste algo! Só por aí e por teres dedicado algum tempo a "fazer" é algo de louvar já!
Em baixo consta um link de um blogue que eu não conhecia, mas que parece mesmo muito bom e vou dedicar algum tempo a ver o que se por lá inventa. Quem sabe, claro, tirar de lá algumas ideias ;)
Nuno, já sabes, vai dando mais noticias destas, pois vale a pena saber que os "engenhocas" ainda existem :D.
Olá David,
Já que eu andava numa de experimentar o LM324, reparei que tinha cá em casa praticamente tudo o que precisava para fazer um Line Following Robot! Cerca de 4 anos atrás tinha encomendado dois motores GM3 com caixa da Solarbotics (caríssimos, tipo 40 € com as rodas), que era o componente mais complicado de arranjar.
Mas isto não é tarefa que dê para por os miudos a fazer ... é muito mais facil pegar num arduino e fazer tudo em software!
De qualquer forma, deu para rever a analógica, que já não mexia prai há 20 anos! A sério!
Um abraço
Nuno Lança

Enquanto não houver tempo novamente para avançar com um novo projecto pessoal, vai-se desmontando e "partindo tudo" o que vai aparecendo :D.
Desta vez um leitor e gravador de CD's, cuja plataforma quero aproveitar para uma futura engenhoca ;).

Já tinha falado noutros artigos que muitas baterias, a corrente constante, sofrem uma queda de tensão nos seus terminais quando o seu volume de carga atinge os 100%.
A imagem em baixo mostra a característica de carga de uma bateria de 12V, 12Ah da Yuasa.
Com o objectivo de conseguir medir aquela queda e de obter um registo gráfico semelhante, decidi fazer uma pequeno circuito com um MCU (imagens em baixo), um divisor de tensão e simplesmente ligar a ADC e enviar os dados para o computador por UART.
Como fonte de corrente, usei algo muito semelhante ao que já AQUI tinha descrito. Para esta situação a corrente foi ajustada para um valor constante de cerca de 2A.
O resultado pode ser visto no gráfico em baixo. As amostras foram tiradas a cada 5 segundos ao longo de toda uma tarde e noite de carga/recolha. Este gráfico deve ser comparado com o primeiro do artigo e com a linha "charge voltage".
Um teste, uma vez mais, com um motivo meramente académico e que vai de encontro ao datasheet como não poderia deixar de ser.

Para mais uma engenhoca precisei de um amplificador de instrumentação.
O escolhido foi o MCP6N11-010E.
Comprei o 5 adaptadores SOIC-DIP por uns meros 0.99USD no ebay, já com a régua de terminais. As imagens em baixo, mostram a soldadura e é muito mais fácil de soldar do que possa parecer ;).
Por agora é só... darei novidades em breve.


Cientistas chineses sustentam que os tsunamis podem ser detectados através de satélites e em tempo real.
De acordo com Benlong Wang y Hua Liu, da Universidade de Jiao Tong de Xangai, as anomalias provocadas pelos tsunamis na magnetosfera podem ser descobertas via satélite e em tempo real. Com o objectivo de encontrar um método que sirva como um sistema de alerta precoce de maremotos, a equipa criou um modelo virtual que simula o efeito que os tsunamis causam no campo magnético natural da Terra.
Segundo Wang, que publicou o seu estudo em "Proceeding of the Royal Society", o método que permite calcular instantaneamente o tsunami, poderá introduzir uma melhoria notável nos sistemas de alerta precoce, na medida em que, actualmente os métodos disponíveis demoram seis minutos a processar os dados e não permitem monitorizar continuamente a onda no mar.
As ondas pela sua amplitude e rápidos movimentos provocam deslocamentos de grandes quantidades de água. Quando um corpo de água salgada se move no campo magnético da Terra, a sua natureza condutora induz uma pequena anomalia, que, segundo os investigadores, pode ser captada por um sensor magnético introduzido num satélite ou numa aeronave não tripulada, em ambos os casos, os aparelhos têm que se aproximar do mar o suficiente para detectar o sinal magnético da onda.
Esta equipa garante que foi capaz de detectar anomalias magnéticas que podiam causar catástrofes e, inclusive calcular a dimensão da onda do tsunami. Para testar este método, os investigadores compararam as suas previsões com os dados dos tsunamis de Sumatra (2000) e Chile (2010).
método proposto por Wang e Liu já recebeu críticas, Manoj Nair, geólogo da Universidade do Colorado afirmou que os sinais magnéticos dos tsunamis dificultam a sua previsibilidade e, com isto, a eficácia do método.

Ideias aceitam-se.

Retirei o motor em baixo de um exaustor velho, mais uma vez encontrado no lixo.
Tenho acesso a 3 pontos no enrolamento do estator, daí conseguir ter 3 velocidades diferentes. É um motor de indução com rotor em gaiola.
Já esteve a trabalhar e é muito silencioso, pelo que será um bom motor para uma aplicação dentro de casa.
Pela "chapa" de características o melhor que consegui foi ISTO.
O melhor podia fazer seria medir a velocidade de rotação e calcular o binário, mas também não tenho o rendimento...
Assim aplicações para este motor, terão de ser na métrica mais usada: o olho :D.

Ligações à rede:
Vermelho + preto = velocidade menor;
Vermelho + branco = velocidade intermédia;
Vermelho + castanho = velocidade maior;

Quem nunca sentiu a necessidade de transportar um circuito de um lugar para outro e quando chega ao destino, parece que nada funciona?
Farto disso, decidi construir a plataforma em baixo.
É uma espécie de 2 em 1. Tem uma placa de MDF para dar suporte, um breadboard e um módulo com um micro controlador, que está sempre pronto para testes.
As ligações são feitas com cabos semelhantes a ESTES que custam cerca de 1.5€ no ebay, 40 cabos.
O circuito e a breadboard ocupam sensivelmente metade da placa, sendo por isso a outra metade usada para colocar módulos em testes, etc, e havendo a hipótese de poder ser colado para transporte.
De momento tenho estado a construir um código com várias funções (há medida que vou necessitando delas) e assim fazendo desta placa de testes algo o mais genérico possível, para testes rápidos e/ou que necessitem de ser transportados.

O esquema em baixo representa um módulo medidor de corrente, com 2 canais, usando o sensor ASC712 da Allegro, que permite medições de até 20A.
O circuito é bem simples, composto a nível de componentes por apenas 2 sensores, 1 ampop, 1 regulador de tensão e meia dúzia de componentes discretos.
Os ampops estão montados numa configuração de amplificadores não inversores e possuem um ganho igual a 2.
Na saída vai ligar-se um MCU que vai fazer a medição da variação de tensão, assim como a sua "tradução" para valores de corrente.
Obviamente, nesta aplicação terá de ser usado um ampop rail-to-rail, como é o caso do OPA2348.
Como estes sensores permitem medição de correntes positivas e negativas, o circuito ficará apenas preparado para ler apenas as negativas (basta trocar a ordem de ligação). Isto porque para essas o valor de tensão na saída do sensor encontra-se entre 0.5V e 2.5V e por isso, permite ser ampliado sem necessidade de aplicar um subtractor (neste caso de 2.5V).
Assim sendo, na saída do módulo para ser lida pelo microcontrolador, será entregue uma tensão que varia de 1V a 5V, correspondendo 1V a 20A e 5V a 0A, ou ausência de passagem de corrente.
O calculo para a conversão tensão - corrente pode ser expressa na seguinte equação:
PS: a tensão é medida através de uma ADC de 10bits.
Imagem 3D do módulo medidor (conectores não aparecem aqui):