É a pergunta feita pela site "Engenharia é:" e que eu respondo afirmativamente. De facto já tinha ouvido falar, mas já lá vão uns anos desde a última vez.
Um caso interessante que vale a pena conhecer.
O artigo em baixo pode ser encontrado em:
A misteriosa estação de rádio russa UBV-76 é conhecida por transmitir sons e ruídos ritmados sem alguma lógica aparente. É um mistério que já existe por mais de três décadas e parece estar longe de qualquer explicação – por mais que as teorias sejam muitas.
Elá é também conhecida como MDZhB, é uma estação de rádio de ondas curtas, que transmite na frequência 4.625 kHz e é estudada desde a década de 80.
Ela se tornou famosa entre os ouvintes por possuir um pequeno e monótono sinal que se repete a uma taxa de 25 tons por minuto durante 24 horas por dia.
Nada é lógico ou dito nessas transmissões, aparentemente – entretanto, raramente os sons são interrompidos por uma voz russa que diz uma sequência de números aleatórios e alguns nomes tipicamente russos (Nikolai, Ivan, Anna e Michail). Claramente, isso é um tipo de código, porém ninguém sabe explicar a real mensagem por de trás dos números e dos nomes.
A estação UVB-76 transmite um som vibrante que dura 0.8 segundo, pausando por 1.3 segundos, e se repete 21-34 vezes por minuto. Durante as décadas que se passaram, algumas mudanças ocorreram no sinal, principalmente no tipo do som repetido. O mais estranho é que a rádio está funcionando atualmente, com suas transmissões incessantes e repetidas. Você pode ouvir um trecho gravado da UVB-76 abaixo:
Parece estranho dizer mas, várias pessoas escutam a UVB-76 e tentam entender as mensagens que são repassadas. As principais especulações giram entorno de militarismo ou de uma base secreta, que mandava mensagens criptografadas aos espiões russos que estavam no exterior. É claro, nada disso foi confirmado até hoje. Durantes 30 anos que a UVB-76 está ligada, a Rússia passou por inúmeras transformações políticas e sociais, porém a estação nunca foi desativada.
E o governo russo?
O governo russo negou qualquer envolvimento com o caso – contudo, se for algo realmente secreto, eles não iriam querer assumir, certo? Entre as outras teorias, algumas pessoas dizem que a estação não quer dizer absolutamente nada e só está lá para ocupar o tempo das pessoas. Outros, dizem que o sinal é algo ultrassecreto que só pode ser entendido pelos espiões russos.
Infelizmente, o tempo é cada vez menos e sinto-o a encurtar cada vez mais, por isso estes projectos pessoais vão avançando mais lentamente e ainda não consegui colocar a maior parte das coisas em dia.
Este é o circuito do controlador da fita de LED's, usando um comando IR perfeitamente comum.
O circuito é bem simples, pois o segredo está dentro do MCU, que descreverei em futuros artigos.
A fazer o switch da fita utilizarei um MOSFET, ligado a um pino de CCP, o que me permitirá poder usar o módulo de PWM e variar o brilho.
Tal como disse anteriormente, o objectivo é ficar com uma espécie de kit que poderei constantemente actualizar, sempre que o tempo o permita. Daí ficar um header de programação na PCB para actualizações.
O transformador não é nada de especial, aliás foi comprado da loja do chinês mais próxima - comum saída de 12V 1A, para 2.5m de fita.
Palácio de São Vicente.
A ausência de artigos aqui pelo blogue, deve-se a isto... :D
A ideia:
Aqui, espero que comece mais uma engenhoca. Esta consistirá num circuito para controlo da fita de LED's que comprei no ebay, usando uma tecla vaga do comando de televisão.
O circuito terá de ter um modo de configuração que lhe permitirá gravar a trama enviada por qualquer comendo, de forma a ser algo o mais genérico e abrangente possível.
Por agora a ideia é de apenas fazer ON ou OFF da fita, mas vou fazer com que a placa se pareça mais com um kit de desenvolvimento, do que com um projecto terminado.
De futuro, aplicar PWM à fita e fazer variar o seu brilho, com o comando é algo que já me passou pela cabeça também... logo se verá.
O circuito:
Este será simples e praticamente reduzido a 2 ou 3 componentes...
Entrará 12V, serão regulados para 5V por um 7805, esta tensão alimentará um PIC12F1822 que por sua vez receberá dados de um receptor de IR e um pino de output estará ligado a um IRF530 (MOSFET N channel).
Tudo o resto será feito internamente pelo MCU.
Bem, esta parece-me ser a próxima "moda" para os hobbystas em electrónica.
Chama-se "espelho infinito" e provoca a ilusão de óptica de se olhar para uma espécie de "worm hole".
O link em baixo, do Instructables, está bastante detalhado e com toda a informação para fazer este tipo de efeito.
A presença de um arduino serve somente para manipular as cores da tira RGB... por isso é dispensável.
Nos últimos tempos o meu tempo livre tem sido super limitado, mas cá está a última "engenhoca" que irá avançando aos pouquinhos.
Aqui está mais um video bem interessante do Dave Jones, EEVBLOG.
Curioso o efeito provocado....
A brilhante compra, já chegou. Brilhante mesmo pela rapidez e pelo brilho dos LED's.
Têm uma luz suave, mas infelizmente testei à pressa e não tinha como tirar uma fotografia. Como tenho ido pouco tempo a casa e também o tempo livre passou a ser muito reduzido, algumas engenhocas estão a andar a uma velocidade mais reduzida.
O isolamento à agua esperava que fosse bem pior, mas até fiquei surpreendido! Tem uma camada de gel uniforme ao longo de toda a fita que nada obstrui o brilho e é bastante flexível.
Para cortar, dá-se a parecer que basta cortar, levantar um pouco o gel, soldar novos fios e selar as duas pontas da fica com manga termoretráctil.
Bem.... para ser sincero, só ganha a categoria de "fantástica" quando me chegar ás mãos, mas no entanto até ao momento é uma optima compra.
Estou a falar de um rolo de 5m de fita de LED's à prova de água, pelo preço de apenas 6.54€!
A ideia é fazer uma iluminação em aquários com esta mesma fita, com o objectivo de reduzir consumos.
Como está escrito na imagem, esta fita de 5m tem 300 leds, o que dá uma distância de 1.6cm entre cada um.
Quando chegar darei noticias, mas estou bastante confiante.
O trabalho não me tem dado muito tempo livre para pesquisar seja o que for, mas o leitor Nuno Lança tem andado fortíssimo em melhorar os seus conhecimentos e as suas engenhocas :D.
No coursera vai começar em 19 de Agosto um curso de introdução à electrónica com uma duração de 9 semanas.
Fica a divulgação e a minha opinião de que vale a pena fazer ;).
Com enorme agrado que recebi este e-mail do Nuno Lança, um leitor assíduo deste blogue.
Espero que ele não se chateie por eu estar aqui a publica-lo eheh.
Parabéns Nuno, porque fizeste algo! Só por aí e por teres dedicado algum tempo a "fazer" é algo de louvar já!
Em baixo consta um link de um blogue que eu não conhecia, mas que parece mesmo muito bom e vou dedicar algum tempo a ver o que se por lá inventa. Quem sabe, claro, tirar de lá algumas ideias ;)
Nuno, já sabes, vai dando mais noticias destas, pois vale a pena saber que os "engenhocas" ainda existem :D.
Olá David,
Já que eu andava numa de experimentar o LM324, reparei que tinha cá em casa praticamente tudo o que precisava para fazer um Line Following Robot! Cerca de 4 anos atrás tinha encomendado dois motores GM3 com caixa da Solarbotics (caríssimos, tipo 40 € com as rodas), que era o componente mais complicado de arranjar.
Mas isto não é tarefa que dê para por os miudos a fazer ... é muito mais facil pegar num arduino e fazer tudo em software!
De qualquer forma, deu para rever a analógica, que já não mexia prai há 20 anos! A sério!
Um abraço
Nuno Lança
Enquanto não houver tempo novamente para avançar com um novo projecto pessoal, vai-se desmontando e "partindo tudo" o que vai aparecendo :D.
Desta vez um leitor e gravador de CD's, cuja plataforma quero aproveitar para uma futura engenhoca ;).
Já tinha falado noutros artigos que muitas baterias, a corrente constante, sofrem uma queda de tensão nos seus terminais quando o seu volume de carga atinge os 100%.
Com o objectivo de conseguir medir aquela queda e de obter um registo gráfico semelhante, decidi fazer uma pequeno circuito com um MCU (imagens em baixo), um divisor de tensão e simplesmente ligar a ADC e enviar os dados para o computador por UART.
Como fonte de corrente, usei algo muito semelhante ao que já AQUI tinha descrito. Para esta situação a corrente foi ajustada para um valor constante de cerca de 2A.
O resultado pode ser visto no gráfico em baixo. As amostras foram tiradas a cada 5 segundos ao longo de toda uma tarde e noite de carga/recolha. Este gráfico deve ser comparado com o primeiro do artigo e com a linha "charge voltage".
Um teste, uma vez mais, com um motivo meramente académico e que vai de encontro ao datasheet como não poderia deixar de ser.