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Este IC da Texas é um excelente exemplo de um controlador para montagem SEPIC.

Single-ended primary-inductor converter (SEPIC) é um tipo de conversor DC/DC, que permite ter uma tensão na saída maior, menor ou igual à tensão aplicada à entrada. No fundo é como ter um boost converter e um buck converter tudo na mesmo circuito.
A saída é controlada pelo duty cycle aplicado ao controlo do transístor.
Montagem SEPIC é útil em aplicações em que a tensão de uma bateria tanto pode estar acima como abaixo da tensão pretendida para a saída.
Por exemplo, uma bateria de iões de lítio, descarrega de 4,2V até 3V. Se a electrónica a usar utilizar 3.3V, então um SEPIC converter poderá ser a escolha certa.

Encoders ou geradores de impulsos são equipamentos eletromecânicos, utilizados para conversão de movimentos rotativos ou deslocamentos lineares em impulsos elétricos de onda quadrada, que geram uma quantidade exacta de impulsos por volta em uma distribuição perfeita dos pulsos ao longo dos 360 graus do eixo.
Existem vários tipo de encoders, sejam eles mecânicos, óptimos, magnéticos, etc...
Pegando num exemplo prático, como a rotação de um motor.
É essencial saber qual é a rotação actual de um motor se for o objectivo controlar a velocidade do mesmo. No entanto esse feedback deve ser dado a partir de uma boa referência e não de uma referencia "móvel" pelo que o sistema de encoder deverá ser bem montado.
A imagem em baixo ajuda a ilustrar melhor esta montagem e a visualizar melhor qual é a informação que se retira de um encoder.
Visto desta perspectiva pode-mos ver que existe um pequeno circuito montado em redor do eixo do rotor do motor.
Este circuito possui, por norma, dois sensores de hall e preso no rotor um "bolacha", disco, magnético com metade "N" (norte) e metade "S" (sul), ou mais secções ainda! O sensor de hall a cada transição de "N-S" ou "S-N" faz negar a sua saída.
Com a rotação do motor é gerado então uma onda quadrada na saída de cada sensor de hall.
Tal como disse atrás, normalmente são usados 2 sensores de hall para distinguir a rotação para a direita da rotação para a esquerda.
Sabendo quantos pulsos por rotação o encoder gera e o tempo de cada pulso, é bastante fácil determinar a sua velocidade.
Agora alguns cálculos...
Supondo que uma rotação cria 4 pulsos e o tempo de cada pulso é de 50ms (de subida a subida do pulso), então uma rotação completa demora 200ms.
1 rot --- 0.2 seg
x rot --- 1 seg
RPS = 1/0.2 = 5 rps

Sabendo qual a rotação, velocidade actual do motor, pode-se então aplicar um controlador para que se atinja a velocidade desejada.

Mais uma "investigação" experimental, medir a humidade do solo.
Por enquanto ainda não tem uma aplicação prática e por isso mesmo não passa de pura experimentação. Poderá ter aplicações na rega automática, como feedback do circuito de controlo.
Usei um método bem simples de medir quanta humidade há na terra, partindo do principio que havendo alguma humidade na mesma, poderei fazer passar alguns electrões entre dois pedaços de metal (usei folha de alumínio neste caso) e determinar a resistência da terra e se a mesma não varia com tempo (devido à aglutinação de electrões junto dos eléctrodos).
Para isso projectei o circuito em baixo, constituído por um ampop rail-to-rail, com ganho de 2 e para aproveitar o ampop extra, coloquei um LED na saída desse. Então quanto mais água a terra tiver, menos brilhante o LED ficará. O potenciómetro permitia-me "regular a tensão à saída"do amplificador.
Em suma, o circuito não funcionou. Após tentar entender o que tinha feito de errado, apercebi-me de que afinal a terra tinha uma resistência muito menor do que eu tinha imaginado.
Assim, modifiquei o circuito: troquei resistência de 100k por uma de 10k e coloquei o ampop como simples buffer de corrente.
Aqui comecei a ter os primeiros valores, ainda com a terra seca e com o potenciómetro no máximo (~10Kohm), ficava a terra em série somente com a resistência de 10k que tinha colocado. Obtive 3.66V, o que significa que a terra tinha uma resistência de ~55K.
Esperei cerca de 30min e o valor de tensão tinha caído apenas 20mV.
Por 3 vezes adicionei 10ml de água e fui registando valores, sempre com intervalos de 30min.
Na 4ª vez que adicionei água, começou a ocorrer um fenómeno que só justifico com a electrólise da água. Até aqui sempre que adicionava água, o valor da tensão caída de forma logaritmica, mas na ultima vez, a tensão sobiu e passado um pouco começou a descer, ou seja, em vez de baixar, a resistência da terra subiu durante um intervalo de tempo. Mas aqui a terra já estava saturada.
A última foto da sequência mostra o valor de tensão medido já no dia seguinte, em que parte da água tinha evaporado.
Conclusão: é possível fazer um medidor de humidade do solo, simples e barato, capaz de fornecer feedback a um circuito de controlo.

Para mais uma engenhoca precisei de um amplificador de instrumentação.
O escolhido foi o MCP6N11-010E.
Comprei o 5 adaptadores SOIC-DIP por uns meros 0.99USD no ebay, já com a régua de terminais. As imagens em baixo, mostram a soldadura e é muito mais fácil de soldar do que possa parecer ;).
Por agora é só... darei novidades em breve.

Mais um video brilhante do Dave Jones, do EEVBLOG.
Fantástico, como ele torna tudo tão simples!
Quem sabe, uma engenhoca a fazer no futuro...

A fonte já tinha ficado a funcionar da forma desejada, então a 2ª parte é ajeitar tudo, reforçar ligações e montar de forma a que fique tudo o mais sólido e resistente possível.
Antes de montar, estive a "aquecer" algumas resistências de potência... e enfim é vê-las ficar "quentinhas" eheh.
 A partir daqui começa o cortes de todos os fios dos rails não utilizados (-12V, -5V, 3.3V, 5V, etc).
Aqui foram feitas as ligações do "PWR_OK", do "PS_ON", e obviamente para a ventoinha.
Aproveitei para ligar um LED no "PWR_OK" para sinalizar o bom funcionamento da fonte.
Antes de fechar a caixa e bloquear o potenciómetro, dei um ajuste final para ficar o mais próximo possível do valor de tensão desejado, 13.8V.
Depois foi só certificar-me de que todos os fios estavam bem presos (led, ventoinha, interruptor, ...) e fechar o melhor possível a caixa.
Por enquanto não tenho um dummy load para corrente constante e testar a potência máxima da fonte.
Teoricamente será uma fonte com uma potência de 138W.

Mais um hack completo :).

"A necessidade aguça o engenho", esta é uma grande verdade e este é mais um artigo que prova isso.
Este fim de semana consegui arranjar algum tempo livre para levar a cabo uma ideia que queria ter posto em prática há mais tempo: transformar uma fonte de alimentação de computador para uma fonte de alimentação a usar como recurso no radio amadorismo.
Devido à sua construção e para o fim das mesmas, esta fontes têm um bom nível de filtragem, potência e portabilidade.
A ideia é conseguir alterar o rail superior, de +12V, para atingir a tensão de 13,8V comummente usada em rádios de amadores.
A fonte que usei já era bastante antiga (datada de 2002) e no rail de +12V, garante uma corrente de 10A.
Quando abri a fonte, tentei identificar qual o CI controlador do circuito e sendo ele o CI controlador é junto dele que terei de actuar para conseguir uma variação de tensão no "exterior"...
Neste caso o CI era um TL494 (ver AQUI o datasheet).
Enquanto de googla para encontrar o datasheet, uma passagem pelo separador de imagens, traz sempre alguns circuitos exemplo que dão importantes ajudas sobre a implementação e, neste caso, o hack do mesmo.
Em baixo está um desses esquemas e a vermelho está o que realmente importa.
O TL494 possui um pino de referencia interna de 5V (13), que passa por um divisor de tensão, ao qual liga o pino 2, que olhando o datasheet trata-se de uma entrada do amplificador de erro.
O pino 1 é a outra entrada, mas que faz também um divisor de tensão mas usando uma tensão de 5V na saída. Conclusão, o TL494, entre outras coisas, vai fazer oscilar o transformador de forma igualar as tensões no pino 1 e no pino 2.
Parecia fácil de mais para resultar. A primeira ideia foi cortar a trilha do pino 1, pegar num potenciómetro e usa-lo como divisor de tensão entre um dos rails (no meu caso o rail de +5V) e GND.
Independentemente do circuito que a minha fonte tivesse, estas alterações teriam de ser o suficiente para conseguir variar as tensões na saída da fonte. Simplesmente estava a "enganar" o amplificador de erro e fazer o circuito actuar como se os novos 13,8V correspondessem aos 12V...
A imagem em cima mostra o primeiro teste. Soldei 3 fios a um potenciómetro e soldei os mesmos na PCB.
Ao ligar a fonte, a ventoinha disparava por momentos, mas desligava de imediato.
Então rodei o potenciómetro todo para o mesmo lado e fui variando aos pontos enquanto ligava e desligava a fonte.
A certa altura, a ventoinha começou a rodar e o multímetro  que tinha a medir a tensão na saída de 12V, mostrou-me cerca de 9V. Sem desligar a fonte continuei a rodar e verifiquei que a tensão estava a variar também.
Tinha encontrado o "divisor de tensão" que me colocava no pino 1 uma tensão que já permitia a regulação e a medição de erro por parte do TL494.
Daí até ter 13,8V (aprox) foi um saltinho.
Estava encontrada a solução...
O resto foi testar a sua estabilidade ao funcionar desta forma e tratar de aperfeiçoar o resultado final, mas isso vou deixar para um outro artigo, a 2ª parte.

Embora não tenha muito tempo ultimamente, hoje cheguei a casa e ainda estive a fazer esta pequena montagem.
Trata-se de um pré-amplificador de microfone irá integrar um dos vários pequenos projectos que estão para se realizar.
Tem somente a finalidade de dar ganho a um micro e seguido deste circuito poderia simplesmente colocar-se um LM386 com um altifalante e teríamos uma espécie de "megafone".
Pode ter muitas outras utilidades, como entrada num vuímetro, sensor desliga/liga lâmpada com o bater de palmas, etc... no fundo e como é de esperar, tudo o que de relacionado há com  aquisição de som.

Aqui está um pequeno circuito, usando um NE555 com um potenciómetro, para variar a frequência da saída.
O circuito foi montado em menos de 1h, aproveitando componentes de projectos antigos, como mostra a primeira foto.
Este é daqueles circuitos que vale a pena ter sempre por aqui. Sinceramente raramente se usa (pelo menos com a frequência escolhida), mas lá vem a altura em que é preciso :D.

Esta manhã a procura foi pelo diodo "ideal" para mais um projecto, na loja Ledistrónica.
Vou escrever, assim que possa, um artigo acerca de um pedido muito interessante, vindo de um membro do fórum METEOPT.
Acerca do problema vou falar noutro artigo, mas a solução que eu encontrei necessita de um diodo que corte a uma tensão mais baixa (como é o caso dos de germânio) e que consiga ser percorrido por no minimo 500mA.
Afastei de lado os diodos de germânio, devido ao preço e há pouca disponibilidade e comecei a procurar melhor nos de silício.
Após consultar datasheets do 1N4003, 1N4448, 1N4936, etc..., e quando percorridos por 500mA têm praticamente todos quedas de 1V ou mais.
Não dá muito jeito, quando se está a trabalhar de pequenos painéis solares com 2.2V.
Moral da história: há limitações que não podem ser ultrapassadas, mas podem ser contornadas. Se não se pode trocar o diodo, então talvez se possa alterar ligeiramente o circuito.

Não percam os próximos desenvolvimentos.