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Infelizmente perdi algumas fotos por ter que inevitavelmente formatar o computador.
No entanto sobrou a foto em baixo que tinha sido enviada por e-mail e por isso "sobreviveu", embora não corresponda bem ao aspecto final da montagem.

O circuito em baixo representa o dito carregador solar para Ni-MH (AA, 1,2V).
Trata-se de uma fonte de corrente "constante" permitindo assim uma melhor carga da pilha e uma maior vida útil.
Ainda estão presentes as pontas de prova usadas para fazer a simulação. O circuito foi, obviamente, testado na realidade antes da montagem (soldar os componentes numa veroboard). Infelizmente tenho andado meio chateado com o meu computador e perdi algumas imagens, entre elas as fotos do teste deste circuito.
Retomando ao circuito em si, tal como disso no artigo anterior, a explicação do seu funcionamento está no seguinte link, pelo que não vou reescrever aqui tudo novamente.

PS: V1 representa os 2 paineis em série e SW1 simula a fase de carga (durante o dia) ea fase de descarga (durante a noite).

Como já tinha dito AQUI, andava a trabalhar num outro pequeno projecto para o actioman do METEOPT, mas a falta de tempo, impossibilitou-me de vir aqui documentar, pelo que ficará tudo explicado nos próximos artigos.
O problema era que a estação Davis Vantage Pro2 Plus, na versão cabo, não vinha com FARS 24H, ou seja, não permite a passagem forçada de ar (com recurso a ventoinha) 24h por dia, mas sim somente quando há Sol, através dos painéis solares.
Uma vez que tem 2 painéis solares ao dispor, a solução passa por construir um circuito que utilize a potencia máxima dos paineis, para que a ventoinha continue a rodar e que consiga carregar uma comum pilha de 1,2V de Ni-MH.
Cada painel tem uma tensão de saída de 2,2V e a capacidade de produzir até 400mA. A ventoinha necessita de cerca de 1V com 100mA para girar normalmente.

Acerca das pilhas de Ni-MH, já tinha falado num outro projecto: ver AQUI.
Devem ser carregadas com uma corrente "constante" e o recomendado é cerca de 0,1C (ou seja, 10% a sua carga total).
Sabendo isto tudo há que pensar num circuito que controle a corrente que entra na pilha, de forma a que seja sempre a mesma (obviamente nas mesmas condições de iluminação).
Uma forma de não complicar demasiado o circuito e saber que tudo vai funcionar é recorrer a uma fonte de corrente usando um transistor.
Quem quiser colocar alguma leitura em dia pode dar uma vista de olhos nesta página, com tudo bastante bem explicado: